Projeto Mulheres de Corpo e Algas
Inclui coletores e cultivadores sustentáveis; beneficiamento do AGAR e produção de cosméticos e alimentos.
Da extração predatória ao cultivo sustentável foi o caminho de um grupo de algicultores e algicultoras da Comunidade de Barrinha, em Icapui.
Ousadas e abertos às novas tecnologias melhoraram a qualidade do produto com lavagem e secagem sistemática e aprenderam a beneficia-lo:extrair o AGAR e transformar em cosméticos e alimentos.
Primeiro teve o apoio da Fundação O Boticário que investiu muito em capacitação em serviço.
- O banco de algas é o berço da biodiversidade marinha, sem ela desaparece o peixe, a lagosta, o camarão e até o peixe-boi.
- O Banco dos Cajuais é o segundo mais importante banco de algas dos Brasil.
- Com o apoio da Fundação O Boticário e da Fundação AVINA adquiriram capacitação e conscientização sobre exploração e cultivo sustentáveis, alem de equipamentos e noções de permacultura e bioconstrução.
- Com o apoio direto da Brazil Foundation, aprenderam a fabricar cosméticos e alimentos com maior qualidade, embalagens de reciclados, e apoio para construir a sua cozinha laboratório para o beneficiamento do AGAR e os produtos do mesmo. Hoje o grupo produz xampu, sabonetes, cremes,e alimentos à base do AGAR.
- O apoio da Brazil Foundation fez um diferencial para o Projeto “Mulheres de Corpo e Algas” onde capacitação, ampliação do cultivo, produção de embalagens de reciclados e a construção
- Seis de seus jovens foram capacitados em Permacultura durante 05 meses.
- A bioconstrução possibilita a participação efetiva das mulheres em todo o seu processo
- O Grupo está concluindo seu Plano de Negócios com apoio do SEBRAI.
